- Os políticos são uns palhaços;
- Os serviços são uma piada;
- Minha conta bancária é de dar risada;
- Eu sou um bobo;
Com todos esses motivos para rir eu ligo minha televisão, afinal eu preciso me martirizar para equilibrar a balança alegria/tristeza. Mas sempre tem um cara que teve uma idéia brilhante. Pergunto eu, do alto de minha ignorância:
- O que uma garota de uns dez anos faz com uma mancha de chá preto no vestidinho de princesa?
- Se tirarmos o Dollinho dos comerciais e colocarmos numa viagem de ácido, podemos chamar de uma bad trip?
- Quem escolheu as garotas Dolly?
- Não é pior usarmos a cor azul para testes de absorventes? Ou, pior ainda, suco de laranja?
- Por quê não vender iogurte pelo seu sabor inigualável, ao invés de anunciar suas propriedades laxativas?
- Por quê fuzilamento em praça pública não pode ser aplicado para maus publicitários?
Mas acho que pior ainda são aqueles merchandisings que são feitos em novelas. Eles esperam que a gente acredite que aquele close no produto é acidental? E quem fala "ah, mas o meu macarrão não seria o mesmo sem esse molho fantástico, que já vem prontinho e é só despejar na panela" para o cachorro?
Alguns tipos de marketing simplesmente não fazem nenhum sentido. Eu gostaria, uma vez na vida, de ver um comercial de raticida da mesma maneira que são feitos os comerciais de cerveja...


1 comentários:
Eu não acredito que você não citou o banheiro do Pedrinho!!!
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